Cartas e vídeos recentes trouxeram à luz as histórias de vítimas do corredor da morte no Irã, oferecendo um vislumbre das condições e do destino de prisioneiros condenados. Entre os relatos, destacam-se os testemunhos de Babak Alipour, que passou três anos detido antes de ser executado. De dentro da prisão de Rajai Shahr, em Karaj, Alipour documentou as experiências de outros prisioneiros que enfrentaram a pena capital.
Os escritos de Alipour mencionam figuras como Behrouz Ehsani, de 69 anos, descrito como o decano do grupo, e Mehdi Hassani, de 48 anos, pai de três filhos, que pedia para transmitir mensagens aos seus filhos. Essas narrativas sugerem que as execuções ocorrem em um contexto de conflito mais amplo, revelando as condições e o destino de indivíduos condenados à morte no país.
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