Quatro pessoas, incluindo uma mulher, foram condenadas à morte no Irã por sua participação em protestos antigovernamentais, elevando o número total de condenações à pena capital para 11. As condenações foram divulgadas por organizações de direitos humanos, que alertam para o uso da pena de morte como ferramenta de repressão e para espalhar medo na sociedade iraniana. Sete pessoas já foram executadas no país em conexão com esses protestos.
As manifestações, que começaram devido ao alto custo de vida, escalaram para um movimento nacional contra o governo, com picos de mobilização em 8 e 9 de janeiro. Os quatro condenados foram acusados de atuar em nome dos Estados Unidos. A condenação de uma mulher é um fato notável, visto que é a primeira vez que uma mulher é sentenciada à morte por envolvimento nesses protestos. Há temores de que o número de execuções possa aumentar, especialmente após o recente conflito com Israel e os Estados Unidos. Um relatório anual conjunto da IHR e ECPM indicou que pelo menos 1.639 pessoas foram executadas no Irã em 2025, incluindo 48 mulheres.
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