Os Estados Unidos aprovaram a primeira terapia genética para uma forma rara e hereditária de perda auditiva, marcando um avanço significativo na medicina. O tratamento, denominado Otarmeni e desenvolvido pela Regeneron, é direcionado a mutações específicas no gene OTOF, que afetam aproximadamente 50 recém-nascidos anualmente no país. Administrado por uma única injeção no ouvido, o medicamento estará disponível para crianças e adultos com perda auditiva severa a profunda.
Testes clínicos com 20 pacientes demonstraram resultados promissores, com pelo menos 80% apresentando melhora significativa da audição em poucos meses. Pais de crianças tratadas relataram melhorias "incríveis", com seus filhos começando a reagir a sons e a se interessar por música. Apesar do custo elevado, a Regeneron informou que planeja oferecer o tratamento gratuitamente a pacientes elegíveis nos Estados Unidos.
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