Pentágono estima meses para remover minas em Ormuz, mas nega publicamente
O Pentágono informou a deputados que a remoção de minas no Estreito de Ormuz pode levar até seis meses, enquanto negava publicamente a estimativa.
Pontos principais
- O Pentágono estimou a deputados que a limpeza de minas no Estreito de Ormuz levará cerca de seis meses.
- A informação foi dada em sessão confidencial do Comitê de Serviços Armados da Câmara dos EUA.
- Publicamente, um porta-voz do Pentágono negou a estimativa, classificando-a como falsa e inaceitável.
- O Estreito de Ormuz, rota de quase 20% do petróleo e gás mundial, está comprometido desde 28 de fevereiro.
- Fontes anônimas sugerem que o Irã instalou mais de 20 minas na região, algumas com tecnologia GPS.
O Pentágono informou a um grupo de deputados dos EUA, em sessão confidencial do Comitê de Serviços Armados da Câmara, que a remoção de minas no Estreito de Ormuz pode levar até seis meses. Autoridades do Departamento de Defesa prestaram informações sobre a guerra contra o Irã, onde deputados buscaram esclarecimentos sobre o custo, a estratégia e os objetivos do conflito. Um ataque a um complexo escolar nos primeiros dias da guerra também foi discutido na sessão.
Contraditoriamente, um porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, negou publicamente a estimativa de seis meses, afirmando que a reportagem que a divulgou contém pontos falsos e que um fechamento de seis meses é inaceitável. O Estreito de Ormuz, crucial para o transporte global de petróleo e gás, tem sido palco de tensões desde o início da guerra em 28 de fevereiro. Fontes anônimas indicam que o Irã pode ter instalado mais de 20 minas na região, algumas equipadas com tecnologia GPS, e a Guarda Revolucionária do Irã alertou sobre uma "zona perigosa" de 1.400 km² que pode conter minas.
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