A Heineken reportou um crescimento orgânico de 2,2% na receita consolidada no primeiro trimestre de 2026, impulsionado por preço e mix, enquanto os volumes permaneceram estáveis globalmente. No entanto, no Brasil, a empresa registrou uma queda nos volumes de vendas, apesar de um avanço a médios dígitos na receita líquida. Este desempenho foi atribuído a um mercado fraco e à antecipação do Carnaval.
Analistas do Bradesco BBI e Morgan Stanley avaliaram as implicações desses resultados para a Ambev (ABEV3). O Bradesco BBI considerou o desempenho da Heineken no Brasil mais fraco do que o esperado, reforçando a percepção de uma desaceleração intensa na indústria cervejeira. Apesar da queda de volumes da Heineken ter desacelerado, o Morgan Stanley observou que a melhora ocorreu sobre uma base de comparação fácil. Ambos os bancos recomendam cautela ao extrapolar os números da Heineken para a Ambev devido às diferentes bases de comparação, com o Bradesco BBI mantendo recomendação neutra para Ambev e o Morgan Stanley, underweight.
16 abr, 18:07
14 abr, 17:02
2 abr, 15:02
11 fev, 08:01
26 jan, 12:07