Marcos Panissa, condenado por homicídio no Brasil, foi preso no Paraguai após passar 37 anos foragido da justiça. Durante esse período, Panissa vivia no país vizinho utilizando uma identidade falsa, José Carlos Vieira, para evitar a captura, chegando a construir uma nova vida com família e negócios. Ele era procurado pela Justiça brasileira desde 1995, após fugir antes de seu terceiro julgamento pelo assassinato de sua ex-mulher, Fernanda Estruzani, em 1989, crime marcado por 72 facadas em Londrina, Paraná.
A prisão é resultado da operação Memento Mei, uma ação conjunta que envolveu a colaboração entre a Polícia Federal do Brasil, o Ministério Público do Paraná e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad). Panissa foi localizado em San Lorenzo, Paraguai, e posteriormente expulso do país por irregularidade migratória, sendo entregue à Polícia Federal na Ponte Internacional da Amizade, onde o mandado de prisão foi cumprido. A família paraguaia de Marcos, incluindo sua esposa e filha, ficou chocada ao descobrir seu passado criminoso e sua verdadeira identidade.
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