Assassino brasileiro é preso no Paraguai após 37 anos foragido
Marcos Panissa, condenado por homicídio no Brasil, foi capturado no Paraguai após 37 anos foragido sob identidade falsa, em operação conjunta das polícias dos dois países.
Pontos principais
- Marcos Panissa foi condenado por homicídio no Brasil em 1989, após matar a ex-mulher Fernanda Estruzani com 72 facadas.
- Ele viveu no Paraguai por 37 anos, usando o nome falso de José Carlos Vieira, e construiu uma nova vida com família e negócios.
- A prisão ocorreu após décadas de busca, em uma operação conjunta entre as polícias brasileira e paraguaia, batizada de Memento Mei.
- Panissa foi expulso do Paraguai por irregularidade migratória e entregue à Polícia Federal na Ponte Internacional da Amizade.
- A família paraguaia de Marcos ficou chocada ao descobrir seu passado criminoso e sua verdadeira identidade.
Marcos Panissa, condenado por homicídio no Brasil, foi preso no Paraguai após passar 37 anos foragido da justiça. Durante esse período, Panissa vivia no país vizinho utilizando uma identidade falsa, José Carlos Vieira, para evitar a captura, chegando a construir uma nova vida com família e negócios. Ele era procurado pela Justiça brasileira desde 1995, após fugir antes de seu terceiro julgamento pelo assassinato de sua ex-mulher, Fernanda Estruzani, em 1989, crime marcado por 72 facadas em Londrina, Paraná.
A prisão é resultado da operação Memento Mei, uma ação conjunta que envolveu a colaboração entre a Polícia Federal do Brasil, o Ministério Público do Paraná e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad). Panissa foi localizado em San Lorenzo, Paraguai, e posteriormente expulso do país por irregularidade migratória, sendo entregue à Polícia Federal na Ponte Internacional da Amizade, onde o mandado de prisão foi cumprido. A família paraguaia de Marcos, incluindo sua esposa e filha, ficou chocada ao descobrir seu passado criminoso e sua verdadeira identidade.
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