As sabatinas para a escolha do novo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) tiveram início em Nova York, com quatro candidatos na disputa. O atual secretário-geral, António Guterres, encerrará seu segundo mandato, abrindo espaço para uma nova liderança na organização. O Brasil tem defendido a eleição de uma mulher latino-americana para o cargo, com base em critérios de rotatividade e representatividade.
Nesse contexto, o governo brasileiro formalizou seu apoio à candidatura de Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e ex-alta comissária da ONU para Direitos Humanos. O Ministério das Relações Exteriores tem promovido a candidatura de Bachelet, destacando sua experiência e capacidade de diálogo. A iniciativa ocorre em um momento em que o presidente Lula tem expressado críticas à ONU, particularmente ao Conselho de Segurança, por sua percebida ineficácia em manter a paz mundial.
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