O presidente Lula confirmou que o Brasil, junto ao México, continuará a apoiar a candidatura de Michelle Bachelet para secretária-geral da ONU, apesar da retirada do apoio chileno sob a nova administração de direita.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou que o Brasil, em conjunto com o México, manterá seu apoio à candidatura de Michelle Bachelet para o cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A declaração de Lula vem após o governo chileno, agora sob a administração de direita de José Antonio Kast, retirar seu apoio à ex-presidente. Lula destacou as qualificações de Bachelet, afirmando que ela possui o "melhor currículo" para a função e credenciais para ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU.
Simultaneamente, o presidente brasileiro intensificou suas críticas à estrutura da ONU, especialmente ao Conselho de Segurança, que ele descreveu como paralisado diante de conflitos globais. Lula defendeu uma reforma urgente do Conselho de Segurança, propondo a inclusão de novos membros permanentes da América Latina e África, e questionou o direito de veto das cinco potências atuais (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido).
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