O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou que o Brasil, em conjunto com o México, manterá seu apoio à candidatura de Michelle Bachelet para o cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A declaração de Lula vem após o governo chileno, agora sob a administração de direita de José Antonio Kast, retirar seu apoio à ex-presidente, justificando a decisão pela inviabilidade da candidatura devido à dispersão de candidaturas latino-americanas e divergências. Lula destacou as qualificações de Bachelet, afirmando que ela possui o "melhor currículo" para a função e credenciais para ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU, incluindo sua experiência como duas vezes presidente do Chile e Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos.
Simultaneamente, o presidente brasileiro intensificou suas críticas à estrutura da ONU, especialmente ao Conselho de Segurança, que ele descreveu como paralisado diante de conflitos globais. Lula defendeu uma reforma urgente do Conselho de Segurança, propondo a inclusão de novos membros permanentes da América Latina e África, e questionou o direito de veto das cinco potências atuais (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido). O novo secretário-geral da ONU assumirá o cargo em 1º de janeiro de 2027, sucedendo António Guterres.
Agência Brasil - EBC • 28 mar, 13:41
InfoMoney • 28 mar, 11:28
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