Itaú BBA eleva preço-alvo da Usiminas para R$ 9,0
O Itaú BBA reforçou a recomendação de compra para as ações da Usiminas (USIM5), elevando o preço-alvo, devido ao impacto positivo das medidas antidumping e o consequente aumento nos preços do aço.
Pontos principais
- O Itaú BBA elevou o preço-alvo da Usiminas (USIM5) de R$ 7,0 para R$ 9,0 para o final de 2026.
- A recomendação de compra foi reforçada, com a expectativa de que o mercado ainda não precificou totalmente os efeitos das medidas antidumping.
- Medidas de defesa comercial reduziram as importações de aço da China, protegendo o mercado doméstico.
- O BBA projeta um aumento de 10% a 20% nos preços do aço plano no terceiro trimestre de 2026.
- A tese do banco indica que os aumentos de preços compensarão a inflação de custos, permitindo revisões positivas de lucro.
O Itaú BBA elevou o preço-alvo das ações da Usiminas (USIM5) de R$ 7,0 para R$ 9,0 para o final de 2026, mantendo a recomendação de compra. A análise do banco aponta que o mercado ainda não precificou completamente o impacto positivo das medidas antidumping implementadas, que protegeram o mercado doméstico ao reduzir as importações de aço da China e elevar os preços de fornecedores alternativos. Desde outubro de 2025, quando o BBA elevou a recomendação para 'outperform', as ações da Usiminas já registraram um aumento de 41%.
O BBA estima que os preços do aço plano deverão subir entre 10% e 20% no terceiro trimestre de 2026, o que se traduz em um aumento médio de 8,5% no preço doméstico para a Usiminas. A principal tese do banco é que esses aumentos de preços serão suficientes para compensar a inflação de custos, abrindo espaço para revisões positivas nos lucros da empresa. A redução dos estoques dos distribuidores é vista como um fator adicional que poderá impulsionar novos aumentos de preços no futuro.
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