O Itaú BBA elevou o preço-alvo das ações da Usiminas (USIM5) de R$ 7,0 para R$ 9,0 para o final de 2026, mantendo a recomendação de compra. A análise do banco aponta que o mercado ainda não precificou completamente o impacto positivo das medidas antidumping implementadas, que protegeram o mercado doméstico ao reduzir as importações de aço da China e elevar os preços de fornecedores alternativos. Desde outubro de 2025, quando o BBA elevou a recomendação para 'outperform', as ações da Usiminas já registraram um aumento de 41%.
O BBA estima que os preços do aço plano deverão subir entre 10% e 20% no terceiro trimestre de 2026, o que se traduz em um aumento médio de 8,5% no preço doméstico para a Usiminas. A principal tese do banco é que esses aumentos de preços serão suficientes para compensar a inflação de custos, abrindo espaço para revisões positivas nos lucros da empresa. A redução dos estoques dos distribuidores é vista como um fator adicional que poderá impulsionar novos aumentos de preços no futuro.
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