EUA promovem conversas do G20 sobre impacto da guerra em alimentos
Os Estados Unidos, na presidência do G20, sediarão discussões sobre o impacto da guerra no Oriente Médio nos mercados de alimentos e fertilizantes, buscando ações coordenadas.
Pontos principais
- Os EUA, como presidente do G20, promoverão conversas sobre o impacto da guerra no Oriente Médio nos mercados de alimentos e fertilizantes.
- Uma declaração da presidência do G20 foi divulgada após reunião de ministros das Finanças, abordando o impacto econômico da guerra.
- Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, apelou por ações coordenadas do G20, FMI e Banco Mundial para garantir o acesso a fertilizantes.
- O FMI e outros órgãos reduziram previsões de crescimento e alertam que a guerra pode levar 45 milhões de pessoas à insegurança alimentar.
- Os EUA continuarão a pressionar por uma ação coordenada entre os membros do G20, que é composto pelas 20 principais economias do mundo.
Os Estados Unidos, na presidência do G20, estão promovendo discussões sobre o impacto da guerra no Oriente Médio nos mercados globais de alimentos e fertilizantes. A iniciativa visa buscar ações coordenadas para mitigar a insegurança alimentar e garantir o acesso a esses recursos essenciais. Após uma reunião de ministros das Finanças e chefes de bancos centrais, uma declaração da presidência do G20 foi divulgada, destacando o impacto econômico da guerra e seus efeitos nas cadeias de valor agrícolas. Os EUA organizarão mais conversações do G20 nas próximas semanas para continuar a pressionar por uma ação coordenada entre os membros, que representam as 20 principais economias do mundo.
Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, enfatizou a necessidade de ações conjuntas do G20, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial para assegurar o fornecimento de fertilizantes. O FMI e outras instituições já reduziram suas previsões de crescimento e alertam que a guerra pode levar 45 milhões de pessoas à insegurança alimentar. A maioria dos membros do G20 apoia a iniciativa dos EUA, reconhecendo a importância de manter as cadeias de suprimento de alimentos e fertilizantes, especialmente para países de baixa renda.
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