Vorcaro usava ciranda financeira na compra do Banco Máxima, diz BC
Documentos do Banco Central revelam que Daniel Vorcaro já empregava um esquema de ciranda financeira na tentativa de adquirir o Banco Máxima, que se tornaria o Banco Master.
Pontos principais
- Daniel Vorcaro tentou comprar o Banco Máxima, precursor do Banco Master, usando um esquema de ciranda financeira.
- O Banco Central propôs o veto à operação em fevereiro de 2019, identificando o embrião do esquema.
- A ciranda financeira consiste na movimentação de recursos entre empresas do mesmo controlador, sem injeção de capital externo.
- A prática está sob investigação atualmente.
- Documentos do BC expõem a tentativa de aquisição com recursos internos do próprio grupo.
Documentos do Banco Central (BC) indicam que Daniel Vorcaro já utilizava um esquema de ciranda financeira na tentativa de adquirir o Banco Máxima, que posteriormente se tornaria o Banco Master. Em fevereiro de 2019, o BC propôs o veto à operação, identificando o embrião do esquema que envolve a circulação de recursos entre empresas do próprio controlador, sem a entrada real de capital externo.
Essa prática, que atualmente está sob investigação, consiste em movimentar fundos internamente para simular capitalização ou aquisições. Os documentos do Banco Central expõem a tentativa de Vorcaro de adquirir o Banco Máxima utilizando recursos internos do seu próprio grupo, levantando questionamentos sobre a legitimidade da operação desde o seu início.
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