Mais de 38 mil mulheres e meninas morreram na guerra em Gaza, diz ONU
A ONU Mulheres revelou que mais de 38 mil mulheres e meninas foram mortas na Faixa de Gaza entre outubro de 2023 e dezembro de 2025, representando mais da metade das mortes totais.
Pontos principais
- Mais de 38 mil mulheres e meninas morreram na Faixa de Gaza entre outubro de 2023 e dezembro de 2025, segundo a ONU Mulheres.
- Este número inclui mais de 22 mil mulheres e 16 mil meninas, vítimas de bombardeios e operações militares israelenses.
- As mortes de mulheres e meninas representam mais da metade das aproximadamente 71 mil mortes registradas pelo Ministério da Saúde de Gaza.
- A proporção de mortes de mulheres e meninas é significativamente maior do que em conflitos anteriores na região.
- Cerca de 1 milhão de mulheres e meninas estão deslocadas em Gaza, com acesso limitado a necessidades básicas e serviços de saúde.
- O Unicef alertou que crianças continuam sendo mortas e feridas em Gaza, com pelo menos 214 mortes nos últimos seis meses.
A ONU Mulheres divulgou dados alarmantes sobre o impacto da guerra em Gaza, indicando que mais de 38 mil mulheres e meninas foram mortas entre outubro de 2023 e dezembro de 2025. Este total, que inclui mais de 22 mil mulheres e 16 mil meninas, representa mais da metade das aproximadamente 71 mil mortes registradas pelo Ministério da Saúde de Gaza no período. A agência ressalta que essa proporção de mortes é superior à observada em conflitos anteriores na região.
Apesar de um cessar-fogo em outubro ter encerrado dois anos de guerra, a ONU Mulheres expressa preocupação com a continuidade das mortes de mulheres e meninas, com mais de 750 palestinos mortos e quatro soldados israelenses após o acordo. Além das fatalidades, cerca de 1 milhão de mulheres e meninas estão deslocadas em Gaza, enfrentando acesso limitado a necessidades básicas e assistência médica. A OMS indica que mais de 500 mil mulheres não têm acesso a serviços essenciais de saúde devido aos danos na infraestrutura, e o Unicef também reportou que crianças continuam sendo mortas e feridas na região, com pelo menos 214 mortes nos últimos seis meses.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
