A guerra em curso entre Estados Unidos, Israel e Irã está lançando uma sombra sobre as perspectivas para a temporada de balanços de empresas europeias, apesar das expectativas de resultados robustos no primeiro trimestre. Setores como companhias aéreas e varejo são particularmente vulneráveis devido ao aumento dos preços da energia, interrupções na cadeia de suprimentos e um crescimento econômico mais lento. Empresas como Tesco, Pernod Ricard, Barry Callebaut, easyJet e Dunelm já emitiram alertas sobre os potenciais impactos negativos em seus lucros ou vendas.
A escalada das tensões regionais tem impulsionado os preços do petróleo, o que, por sua vez, contribui para a inflação e pode reduzir a demanda do consumidor. Embora a exposição direta das empresas europeias ao Oriente Médio seja baixa, os efeitos indiretos são significativos. A duração do conflito será crucial para determinar a magnitude do impacto econômico na Europa. Em contraste, setores como o de chips, com empresas como ASML e Aixtron, têm apresentado resultados iniciais positivos, impulsionados pelo boom da inteligência artificial.
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