A administração Trump informou ao Congresso que Cuba tem sido cúmplice no envio de combatentes para a guerra da Rússia na Ucrânia. Um relatório oficial do Departamento de Estado indica que o regime cubano tolerou, permitiu ou facilitou seletivamente o fluxo de cidadãos cubanos para lutar ao lado das forças russas, com estimativas variando entre 1.000 e 5.000 combatentes. Fontes de inteligência ucranianas confirmam a presença de milhares de cubanos na linha de frente.
Em resposta, a Casa Branca tem intensificado a pressão sobre Havana, buscando uma mudança de liderança e bloqueando o envio de petróleo para a ilha. Embora Cuba tenha iniciado uma investigação criminal e processado 40 réus por tráfico humano, o Departamento de Estado expressa ceticismo quanto à veracidade dessas ações. A questão dos combatentes cubanos também foi utilizada pelos EUA para se opor a uma resolução da ONU que visava suspender o embargo americano a Cuba.
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