A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que o Brasil está relativamente bem posicionado para enfrentar a turbulência global, mas ressaltou a necessidade de fortalecer as finanças públicas e continuar as reformas.

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou que o Brasil está "relativamente bem posicionado" para enfrentar a atual turbulência global. A declaração foi feita após uma reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, em Washington. A avaliação positiva é atribuída, em parte, ao status do Brasil como exportador líquido de petróleo, o que o beneficia no cenário de conflitos no Oriente Médio. O FMI também revisou para cima sua projeção de crescimento para a economia brasileira, estimando 1,9% em 2026.
Apesar do otimismo, Georgieva ressaltou a necessidade de o Brasil fortalecer suas finanças públicas e dar continuidade às reformas estruturais. O FMI demonstrou ceticismo em relação às contas públicas do país, projetando que a dívida pública brasileira pode atingir 100% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2027. Essa projeção contrasta com a expectativa global, onde a dívida pública mundial deve alcançar 100% do PIB somente em 2029.
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