Kristalina Georgieva defende reformas estruturais e regulação internacional da inteligência artificial para garantir a resiliência das economias.
A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, alertou líderes globais sobre a urgência de fortalecer a resiliência das economias diante de um cenário de choques imprevisíveis. Segundo a executiva, a frequência de crises exige que governos adotem reformas estruturais profundas, citando exemplos de recuperação bem-sucedida como os da Grécia e da Islândia. Além da estabilidade macroeconômica, o FMI destacou a inteligência artificial como um fator crítico para o futuro, defendendo que a ONU lidere a criação de diretrizes globais para mitigar riscos financeiros e sociais. Atualmente, a falta de consenso entre os modelos regulatórios adotados pelos Estados Unidos, União Europeia e China impõe desafios adicionais à governança tecnológica e à segurança econômica global.
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