Um novo julgamento sobre a morte do ídolo do futebol Diego Maradona, ocorrida em 2020, teve início na Argentina. Sete membros de sua equipe médica são acusados de homicídio por negligência. O processo anterior foi anulado após a renúncia de uma juíza devido à violação de regras judiciais.
Os promotores argumentam que a equipe agiu de forma "inadequada, deficiente e imprudente" no tratamento de Maradona, descrevendo sua casa de recuperação como um "teatro de horror" sem os cuidados necessários. Em contrapartida, a defesa alega que a morte era inevitável devido aos problemas de saúde preexistentes do ex-jogador, incluindo vício em cocaína e álcool. Os réus podem enfrentar penas de prisão de 8 a 25 anos se forem condenados, e cerca de 100 testemunhas, incluindo filhos e a ex-esposa de Maradona, devem depor no tribunal de San Isidro.
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