Gianinna Maradona, filha do falecido ídolo argentino Diego Maradona, acusou o ex-advogado de seu pai, Matías Morla, e a equipe médica de orquestrarem um plano para controlar o ex-jogador. A declaração foi feita em meio ao julgamento por negligência fatal relacionada à morte de Maradona. Gianinna alega que o objetivo não era necessariamente a morte de seu pai, mas sim o controle sobre ele, com Morla e o ex-assistente Maximiliano Pomargo sendo figuras centrais no esquema.
Segundo Gianinna, a equipe médica teria convencido a família a optar pela recuperação em casa, em vez de internação psiquiátrica, para evitar a tutela judicial e proteger os interesses financeiros de Morla. O local de convalescença, uma casa em Tigre sem equipamentos adequados, é um ponto crítico no processo. Leopoldo Luque, médico pessoal de Maradona, é apontado como quem 'gerenciava tudo' na equipe, embora Gianinna responsabilize todos os sete acusados. Os profissionais de saúde negam responsabilidade e enfrentam penas que podem variar de 8 a 25 anos de prisão.
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