Filha de Maradona acusa ex-advogado e equipe médica de plano para controlá-lo
Gianinna Maradona, filha do ídolo argentino, acusa o ex-advogado Matías Morla e a equipe médica de seu pai de arquitetarem um plano para controlá-lo, em meio a julgamento por negligência fatal.
Pontos principais
- Gianinna Maradona acredita que havia um 'plano' para controlar seu pai, Diego Maradona, não necessariamente para matá-lo.
- O ex-advogado Matías Morla e o ex-assistente Maximiliano Pomargo são apontados como figuras centrais no esquema.
- A equipe médica teria convencido a família a optar por recuperação em casa para evitar tutela judicial e proteger interesses financeiros de Morla.
- O local de convalescença, uma casa em Tigre sem equipamentos adequados, é um ponto central do processo.
- Os sete profissionais de saúde acusados negam responsabilidade e podem pegar entre 8 e 25 anos de prisão.
Gianinna Maradona, filha do falecido ídolo argentino Diego Maradona, acusou o ex-advogado de seu pai, Matías Morla, e a equipe médica de orquestrarem um plano para controlar o ex-jogador. A declaração foi feita em meio ao julgamento por negligência fatal relacionada à morte de Maradona. Gianinna alega que o objetivo não era necessariamente a morte de seu pai, mas sim o controle sobre ele, com Morla e o ex-assistente Maximiliano Pomargo sendo figuras centrais no esquema.
Segundo Gianinna, a equipe médica teria convencido a família a optar pela recuperação em casa, em vez de internação psiquiátrica, para evitar a tutela judicial e proteger os interesses financeiros de Morla. O local de convalescença, uma casa em Tigre sem equipamentos adequados, é um ponto crítico no processo. Leopoldo Luque, médico pessoal de Maradona, é apontado como quem 'gerenciava tudo' na equipe, embora Gianinna responsabilize todos os sete acusados. Os profissionais de saúde negam responsabilidade e enfrentam penas que podem variar de 8 a 25 anos de prisão.
Comentários
Carregando comentários...
