Acampamento Terra Livre cobra aceleração de demarcações indígenas
O Acampamento Terra Livre encerrou em Brasília com a cobrança aos Três Poderes para acelerar as demarcações de terras indígenas e rejeitar projetos que ameaçam os direitos dos povos originários.
Pontos principais
- O Acampamento Terra Livre cobrou dos Três Poderes a garantia dos direitos dos povos originários.
- A principal demanda é a aceleração das demarcações de territórios indígenas.
- Lideranças indígenas repudiaram o marco temporal (PEC 48) e o projeto de lei 6050.
- Houve frustração com a lentidão do Poder Executivo na demarcação de terras.
- Indígenas também se opuseram à construção da Ferrovia Ferrogrão.
O Acampamento Terra Livre (ATL) foi concluído em Brasília com um apelo contundente aos Três Poderes para que acelerem as demarcações de terras indígenas e rejeitem propostas legislativas que ameaçam os direitos dos povos originários. A principal reivindicação dos participantes foi a agilização dos processos de demarcação de territórios, expressando frustração com a lentidão do Poder Executivo, apesar de 20 terras terem sido demarcadas nos últimos três anos.
Durante o evento, lideranças indígenas manifestaram forte oposição ao marco temporal (PEC 48) e ao projeto de lei 6050, que visa permitir grandes empreendimentos em terras indígenas. Além disso, houve um posicionamento contrário à construção da Ferrovia Ferrogrão, que impactaria o Parque Nacional do Jamanxim. Os participantes retornam aos seus territórios com a expectativa de ações mais concretas por parte do governo.
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