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OTAN busca reduzir dependência dos EUA e fortalecer defesa europeia

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, defendeu que a Europa deve aumentar sua capacidade militar e diminuir a dependência dos Estados Unidos, apesar de cumprir os pedidos de Trump.

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Foto: G1 Mundo
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09/04 às 14:02

Pontos principais

  • Mark Rutte, secretário-geral da OTAN, afirmou a necessidade da Europa fortalecer sua defesa e reduzir a dependência dos EUA.
  • Os comentários foram feitos em Washington, após visita para acalmar tensões com a administração Donald Trump.
  • Rutte destacou que o compromisso de Trump reverteu a estagnação, lembrando à Europa que valores devem ser apoiados por poder militar.
  • Ele afirmou que os países membros da OTAN estão cumprindo todos os pedidos de Trump para fortalecer a aliança.
  • A meta é aumentar os gastos com defesa para 5% do PIB até 2035 para garantir que a OTAN não dependa de forma prejudicial dos EUA.
  • Rutte expressou surpresa com a falta de aviso prévio sobre o ataque ao Irã, para o qual os EUA solicitaram apoio, justificando como tática para manter o elemento surpresa.

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, enfatizou a urgência de a Europa fortalecer sua capacidade militar e reduzir a dependência dos Estados Unidos. A declaração foi feita em Washington, após uma visita destinada a acalmar as tensões com a administração do presidente Donald Trump. Rutte ressaltou que o compromisso de Trump reverteu a estagnação, lembrando aos países europeus que seus valores devem ser apoiados por poder militar e que os membros da OTAN estão cumprindo os pedidos de Trump para fortalecer a aliança.

A Aliança Atlântica busca atingir a meta de elevar os gastos com defesa para 5% do PIB até 2035, visando garantir que a OTAN não dependa de forma prejudicial dos EUA. Apesar de expressar surpresa com a falta de aviso prévio sobre o ataque ao Irã, para o qual os EUA solicitaram apoio, Rutte justificou a omissão como uma tática para manter o elemento surpresa. Ele destacou que, apesar da surpresa inicial, os aliados estão fornecendo apoio massivo aos EUA, embora mais ações sejam necessárias para alcançar a autonomia desejada.

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