Uso excessivo de jargões corporativos prejudica comunicação e produtividade
O debate sobre o "corporativês" e termos em inglês no ambiente de trabalho ressurge, com especialistas alertando para impactos negativos na comunicação e produtividade.
Pontos principais
- O "LinkedIn Speak" do Kagi Translate viralizou, reacendendo a discussão sobre o uso de jargões corporativos.
- Especialistas apontam que a globalização e a influência de multinacionais dos EUA popularizaram expressões como ASAP e mindset.
- O uso excessivo de termos técnicos pode gerar ruído, exclusão e impactar negativamente o engajamento e a produtividade.
- A falta de letramento corporativo transforma esses termos em barreiras, segundo Eliane Aere da ABRH-SP.
- A simplificação da comunicação é essencial para criar ambientes de trabalho mais inclusivos e produtivos.
O debate sobre o "corporativês", a linguagem repleta de jargões e termos em inglês no ambiente de trabalho, ganhou destaque novamente após a viralização do "LinkedIn Speak" do Kagi Translate. Especialistas indicam que a globalização e a influência de multinacionais americanas popularizaram expressões como ASAP, brainstorming e mindset, que se tornaram comuns no vocabulário corporativo brasileiro.
Contudo, o uso excessivo desses termos pode prejudicar a compreensão, gerar ruído na comunicação e criar um ambiente de exclusão, impactando negativamente o engajamento e a produtividade. Eliane Aere, da ABRH-SP, ressalta que a falta de letramento corporativo transforma esses jargões em barreiras, e não em atalhos. A simplificação da comunicação é vista como crucial para promover ambientes de trabalho mais inclusivos e produtivos, evitando ansiedade e a síndrome do impostor entre os colaboradores.
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