A Petrobras destituiu Claudio Romeo Schlosser do cargo de diretor executivo de Logística, Comercialização e Mercados, após um leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP) que gerou ágio superior a 100%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou veementemente o leilão, classificando-o como "cretinice, bandidagem" e expressando interesse em anulá-lo. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, corroborou a indignação de Lula, afirmando que o presidente ficou contrariado com o leilão, realizado em 31 de março, que poderia elevar o preço do botijão para o consumidor.
Em resposta aos desdobramentos, Angélica Laureano foi nomeada para a diretoria de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, com mandato até abril de 2027, e William França acumulará funções temporariamente. Além disso, Marcelo Weick Pogliese foi eleito presidente do Conselho de Administração da Petrobras, substituindo Bruno Moretti. O governo também indicou Guilherme Santos Mello para o Conselho de Administração, aguardando análise de requisitos. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) fiscalizou refinarias da Petrobras para apurar suspeitas de preços elevados no leilão, enquanto o ministro Silveira defendeu o modelo de capital misto para empresas, ressaltando que o governo busca mitigar os efeitos da elevação dos preços internacionais dos combustíveis no mercado doméstico.
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