A Shell anunciou uma previsão de queda na produção de gás para o primeiro trimestre, atribuindo a redução ao conflito entre EUA/Israel e Irã e aos ataques no Golfo, que afetaram suas operações, incluindo a unidade Pearl no Catar. A empresa estima que a produção integrada de gás ficará entre 880.000 e 920.000 barris de óleo equivalente por dia. A unidade Pearl, no Catar, pode levar cerca de um ano para ser reparada. Simultaneamente, a guerra impulsionou os preços do petróleo Brent para US$ 120 por barril, gerando volatilidade nos valores dos estoques da Shell e impactando a liquidez de curto prazo.
Para mitigar o impacto da menor produção de gás, a Shell espera uma comercialização "significativamente maior" de petróleo e produtos químicos. Apesar do impacto negativo no capital de giro, a empresa prevê uma reversão à medida que os preços do petróleo e gás diminuírem. Analistas do RBC e UBS, por sua vez, elevaram suas estimativas de lucro líquido e fluxo de caixa operacional para a Shell no primeiro trimestre, reconhecendo as condições incomuns do mercado. Os resultados completos do trimestre serão divulgados em 7 de maio.
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