O partido Novo determinou que seus candidatos ao Senado Federal defendam o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de responsabilidade e abusos de autoridade, além de proibir alianças com PT e Psol.
O partido Novo estabeleceu uma nova diretriz para seus candidatos ao Senado Federal, exigindo que defendam o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em casos de crimes de responsabilidade, abuso de autoridade, quebra de decoro, corrupção ou envolvimento em escândalos. A decisão, formalizada na Resolução 72 de 2026, considera o apoio a esses processos como parte da fidelidade partidária, reforçando o papel do Senado como instância responsável por tais julgamentos. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) justificou a medida como uma "urgência nacional" para restaurar a separação dos poderes.
Além da questão do impeachment, a resolução impõe restrições significativas às alianças políticas do partido. Candidatos do Novo estão proibidos de formar coligações com o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Socialismo e Liberdade (Psol) e suas respectivas federações (Psol-Rede e Federação Brasil da Esperança). Acordos estaduais de coligação precisarão de aprovação do diretório nacional, que terá poder de veto caso as propostas sejam incompatíveis com as estratégias do partido. A norma também veda campanhas para voto nulo, branco ou para candidatos de outras siglas, exceto em situações excepcionais autorizadas pela direção nacional.
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