O Partido Novo protocolou um pedido de cassação do mandato do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) junto ao Conselho de Ética da Câmara. A solicitação ocorre após Farias ter acusado o relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (PL-AL), de ser um "estuprador" durante uma sessão da comissão. O Novo considera as acusações "sem lastro" e pede a perda ou suspensão do mandato de Lindbergh por seis meses.
Lindbergh Farias e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) alegam que Gaspar estuprou uma adolescente de 13 anos há oito anos, resultando em gravidez. Eles afirmam ter encaminhado à Polícia Federal provas de que um intermediário de Gaspar tentou comprar o silêncio da vítima por R$ 70 mil, com negociação de mais R$ 400 mil. Alfredo Gaspar nega as acusações, afirmando que o caso envolve seu primo, Maurício César Brêda Filho, e uma mulher que ele conheceu quando ela era menor de idade. Lindbergh, por sua vez, planeja processar Gaspar por crimes contra a honra e representá-lo por quebra de decoro parlamentar, alegando que Gaspar tenta criar uma "cortina de fumaça".
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