O economista Gustavo Franco afirmou que a tentativa de resolver o desequilíbrio fiscal com aumento de impostos é uma "mentira" e defendeu o corte de gastos públicos.
O economista Gustavo Franco criticou a política econômica do governo Lula, afirmando que a resolução do desequilíbrio fiscal por meio do aumento de impostos é uma "mentira". Franco argumenta que o foco deveria ser o corte de gastos, e não a elevação da arrecadação, que, segundo ele, tem se mostrado ineficaz para cumprir a meta fiscal. Ele refutou a ideia de que a cobrança de impostos de sonegadores seria a solução, destacando que a carga tributária no Brasil já é elevada.
Franco defendeu o corte de gastos como uma medida de bom senso e matemática, desassociando-a de pautas ideológicas. Ele lembrou que os primeiros governos Lula mantiveram o controle dos gastos públicos, diferentemente do governo Dilma Rousseff. O economista também descreveu a organização institucional do orçamento público brasileiro como "primitiva" e "torta", resultando em erros constantes. Apesar das críticas, Franco manifestou esperança em uma nova liderança ou mentalidade no Palácio do Planalto a partir de 2027.
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