São Paulo e Rio de Janeiro registram os menores percentuais de adolescentes com título de eleitor, enquanto Norte e Nordeste lideram a participação juvenil.
São Paulo e Rio de Janeiro apresentam os menores índices de adolescentes (16-17 anos) com título de eleitor no Brasil, registrando 11,7% e 11,3% respectivamente, bem abaixo da média nacional de 20,3%. Em contraste, estados das regiões Norte e Nordeste, como Rondônia (40,5%), Tocantins (39,2%) e Piauí (36,7%), lideram a participação juvenil. Até fevereiro, apenas 1,8 milhão dos cerca de 5,8 milhões de adolescentes aptos haviam tirado o título, indicando baixa adesão.
O prazo final para solicitar ou regularizar o título de eleitor para as eleições de 2026 é 6 de maio. Para reverter a baixa participação, o Unicef e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançaram uma campanha nacional, que inclui ações em escolas e uma "gincana digital", visando estimular o interesse dos jovens pelo processo eleitoral. O Unicef sugere que a maior inserção no mercado de trabalho e a participação em causas locais podem ser fatores que estimulam o interesse político em algumas regiões.
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