A janela partidária de 2026, encerrada em abril, resultou em diversas trocas de partido por figuras políticas, redefinindo alianças e candidaturas para as próximas eleições.
A janela partidária de 2026, que se encerrou no início de abril, provocou uma série de movimentações significativas no cenário político brasileiro. Pré-candidatos à Presidência, a governos estaduais e ao Congresso Nacional trocaram de legenda, buscando maior viabilidade eleitoral e novos alinhamentos. Entre as mudanças de destaque, Ronaldo Caiado (GO) deixou o União Brasil para se filiar ao PSD, com o objetivo de disputar a Presidência, enquanto Sergio Moro (PR) migrou do União Brasil para o PL, visando o governo do Paraná.
Outras figuras políticas também realizaram trocas partidárias importantes. A ministra Simone Tebet deixou o MDB para integrar o PSB, com a intenção de concorrer a uma vaga no Senado por São Paulo. Da mesma forma, Rodrigo Pacheco (MG) saiu do PSD para o PSB, buscando a disputa pelo governo de Minas Gerais. Ciro Gomes retornou ao PSDB após deixar o PDT, e Kátia Abreu filiou-se ao PT, em movimentos que refletem disputas regionais e a busca por apoio à reeleição do presidente Lula. Na Câmara dos Deputados, foram registradas ao menos 37 trocas, com uma notável migração de parlamentares do União Brasil para o PL, reconfigurando as forças políticas a seis meses da campanha eleitoral.
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