CNDH pede apuração de juiz e advogado por celebração do golpe de 64
O CNDH solicitou ao TJPB e à OAB-PB a investigação de um juiz e um advogado por possível celebração do golpe de 1964 em sessão judicial na Paraíba.
Pontos principais
- O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) pediu a apuração de um juiz e um advogado na Paraíba.
- A solicitação se refere a um episódio ocorrido em 31 de março de 2026, data que marca o início da ditadura militar no Brasil.
- O juiz Marcos Salles fez menção à data ao cumprimentar o advogado Abrão Beltrão, que vestia terno verde-oliva.
- O magistrado sugeriu que a vestimenta do advogado poderia ser uma referência ao 31 de março, e o advogado sorriu e fez uma continência.
O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) solicitou ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e à Ordem dos Advogados do Brasil na Paraíba (OAB-PB) a apuração de um juiz e um advogado por uma possível celebração do golpe militar de 1964 durante uma sessão judicial. O incidente ocorreu em 31 de março de 2026, data que marcou os 62 anos do início da ditadura militar no Brasil.
Durante a sessão, o juiz Marcos Salles cumprimentou o advogado Abrão Beltrão, que vestia um terno verde-oliva, sugerindo que a vestimenta poderia ser uma referência ao 31 de março. Em resposta, o advogado sorriu e fez uma continência, o que motivou o pedido de investigação por parte do CNDH.
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