Apesar da guerra no Irã, investidores estrangeiros injetaram R$ 12 bilhões na bolsa brasileira em março, elevando o total do ano para R$ 53,8 bilhões.
Investidores estrangeiros injetaram R$ 12 bilhões na bolsa brasileira em março de 2025, elevando o fluxo acumulado no ano para R$ 53,8 bilhões. Esse movimento ocorre apesar da guerra no Irã e da turbulência global, superando significativamente o volume do ano anterior. O Ibovespa, embora tenha fechado março em leve queda, acumula alta de 16,25% no ano, impulsionado por esse capital externo.
Analistas de mercado, como Luciano Telo do UBS, Rodrigo Santoro do Bradesco Asset e Daniel Gewehr do Itaú BBA, apontam diversos fatores para o interesse estrangeiro. Entre eles, destacam-se os preços descontados das ações brasileiras, os juros altos com perspectiva de corte, a forte presença de empresas de commodities e a menor exposição do Brasil a riscos geopolíticos. A diversificação global e a posição do país em relação à inteligência artificial também são consideradas atrativos, com ações de commodities e bancos sendo as mais procuradas.
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