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SP terá 69 novas salas para atendimento a mulheres vítimas de violência

O Governo de São Paulo anunciou a instalação de 69 Salas DDM e a reclassificação de nove Delegacias de Defesa da Mulher, além de oferecer auxílio-aluguel a vítimas.

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Foto: Poder360
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03/04 às 08:01 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • O Governo de São Paulo instalará 69 Salas DDM em delegacias da Polícia Civil existentes, sendo 60 no interior e nove na capital.
  • As Salas DDM oferecerão atendimento especializado, humanizado e reservado para mulheres vítimas de violência.
  • Nove Delegacias de Defesa da Mulher foram reclassificadas por decreto para ampliar equipes e melhorar a capacidade de resposta.
  • Mulheres vítimas de violência com medida protetiva e em vulnerabilidade podem solicitar auxílio-aluguel de R$ 500 mensais.
  • Cerca de 6.000 mulheres em mais de 580 municípios paulistas já foram beneficiadas pelo auxílio-aluguel, com investimento superior a R$ 8 milhões.

O Governo de São Paulo, sob a gestão de Tarcísio de Freitas, anunciou a instalação de 69 novas Salas DDM (Delegacias de Defesa da Mulher) em delegacias da Polícia Civil já existentes. A medida inclui 60 unidades no interior e nove na capital, com previsão de entrega nos próximos quatro meses. As Salas DDM foram projetadas para oferecer atendimento especializado, humanizado e reservado a mulheres vítimas de violência, abrangendo registro de ocorrências, escuta qualificada e orientação sobre medidas protetivas. Além disso, nove Delegacias de Defesa da Mulher foram reclassificadas por decreto, visando ampliar as equipes, melhorar as condições de trabalho e aumentar a capacidade de resposta.

Complementando as ações de enfrentamento à violência contra a mulher, o governo paulista oferece um auxílio-aluguel de R$ 500 mensais para vítimas de violência doméstica que possuam medida protetiva e estejam em situação de vulnerabilidade. Para ser elegível, a mulher deve residir em SP, ter renda familiar de até dois salários mínimos antes da separação do agressor e comprovar impossibilidade de arcar com moradia. O benefício, criado pela Lei Estadual 17.626 de 2023, já beneficiou cerca de 6.000 mulheres em mais de 580 municípios, com um investimento superior a R$ 8 milhões.

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