Pelo menos oito governadores brasileiros, que estão em seu segundo mandato, decidiram não disputar outros cargos nas eleições de 2026. A escolha de permanecer no cargo até o fim do mandato visa permitir que esses líderes estaduais conduzam a própria sucessão, um movimento que contraria a tendência recente de governadores buscarem novos postos, como o Senado Federal.
Essa decisão é motivada por diversos fatores, incluindo impasses políticos locais, a perda de espaço em articulações nacionais ou a percepção de que a influência na sucessão estadual é mais estratégica. Governadores como Ratinho Junior e Eduardo Leite, que foram cotados para a Presidência, optaram por não concorrer a outros cargos. Além disso, conflitos com vices, como nos casos do Rio Grande do Norte e Maranhão, levaram governadores a evitar a renúncia para não transferir o comando a adversários políticos. A estratégia também impacta a eleição presidencial, preservando a capacidade de articulação regional e a montagem de palanques.
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