As taxas de juros futuros no Brasil registraram queda pela terceira sessão consecutiva, influenciadas por declarações de Donald Trump sobre a desescalada no Oriente Médio, o que impactou as ofertas de renda fixa na XP.
As taxas de juros futuros no Brasil registraram queda pela terceira sessão consecutiva, impulsionadas por declarações do presidente Donald Trump sobre uma possível desescalada do conflito no Oriente Médio. Essa movimentação aliviou os temores inflacionários e aumentou o apetite por risco global, refletindo-se nas ofertas de renda fixa da XP.
A plataforma da XP apresenta CDBs prefixados de até 14,690% ao ano e títulos de inflação que chegam a IPCA+ 8,500%. As LCAs oferecem taxas prefixadas de até 11,850% e pós-fixadas até 86,5% do CDI, enquanto as LCIs pós-fixadas pagam até 105% do CDI em prazos superiores a 12 meses. A queda do petróleo e do dólar frente ao real contribuiu para o alívio dos prêmios na curva de juros, indicando um possível cenário para futuros cortes na taxa Selic, embora o contexto geopolítico ainda mantenha a volatilidade.
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