A curva de juros futuros no Brasil registrou forte alta, impulsionada pela escalada das tensões no Oriente Médio e seus potenciais impactos inflacionários, afetando as taxas de investimentos de renda fixa.

A curva de juros futuros no Brasil registrou uma forte abertura em alta, com a ponta longa liderando o movimento, em resposta à escalada das tensões no Oriente Médio. A intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã resultou na elevação do preço do petróleo, gerando pressão inflacionária e impactando diretamente o mercado de juros no país. O mercado financeiro incorporou um risco mais persistente de inflação elevada, com a aversão ao risco ampliada por ataques no Golfo Pérsico.
Essa movimentação nos juros futuros reflete-se nas taxas de investimentos de renda fixa. Na plataforma da XP, por exemplo, CDBs estão sendo oferecidos com taxas prefixadas de até 14,550% e títulos de inflação até IPCA+ 8,400%. As LCAs apresentam taxas prefixadas de até 12,270% e pós-fixadas até 85,5% do CDI, enquanto as LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI em 1 ano.
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