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Governo não incha máquina pública e chamará 7 mil servidores em 2026, diz ministra

A ministra Esther Dweck defendeu que a criação de novos cargos e a convocação de 7 mil servidores em 2026 visam recompor a capacidade do Estado, não inchar a máquina pública.

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Foto: InfoMoney
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02/04 às 11:02 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • A ministra Esther Dweck afirmou que o governo não está "inchando" o serviço público, mas recompondo a capacidade estatal.
  • A Lei 15.367/2026 cria mais de 24 mil cargos e reestrutura carreiras no Executivo Federal para recompor quadros.
  • O governo federal planeja convocar mais 7 mil servidores em 2026, incluindo aprovados do CPNU e excedentes de outros concursos.
  • Desde 2016, houve uma saída líquida de mais de 70 mil servidores, justificando a necessidade de recomposição.
  • O impacto orçamentário da nova lei é de R$ 5,3 bilhões em 2026, sem expandir o percentual de gasto com pessoal em relação ao PIB.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, declarou que o governo federal não está promovendo um inchaço da máquina pública, mas buscando recompor a capacidade do Estado brasileiro de implementar políticas públicas. Ela defendeu a Lei 15.367/2026, que cria mais de 24 mil cargos e reestrutura carreiras no Executivo Federal, como um esforço para suprir a saída líquida de mais de 70 mil servidores desde 2016. A ministra anunciou ainda que o governo convocará mais 7 mil servidores em 2026, incluindo mais de 3,6 mil candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) e excedentes de outros concursos.

Segundo Dweck, o saldo líquido de novas contratações entre janeiro de 2023 e março de 2026 foi de apenas 3 mil servidores, resultado de 19 mil contratações e 16 mil saídas no período. A nova lei, sancionada em 31 de março, impacta 200 mil servidores e tem um impacto orçamentário de R$ 5,3 bilhões em 2026, representando 1,5% das despesas com pessoal, sem expandir o percentual de gasto com pessoal em relação ao PIB. O setor de educação terá a criação de 13.187 cargos de professores e 11.576 cargos de técnicos administrativos. Novos concursos deverão ser homologados até junho, mas em menor número, com prioridade para a Polícia Federal e carreiras da primeira edição do CPNU.

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