CPFL Paulista propõe adiar reajuste tarifário enquanto governo avalia empréstimo
A CPFL Paulista propôs adiar parte do reajuste tarifário para 2026, enquanto o governo federal estuda um empréstimo bilionário para distribuidoras a fim de conter a alta nas contas de luz.
Pontos principais
- A CPFL Paulista propôs diferir R$1,43 bilhão do cálculo tarifário para 2026, com recuperação entre 2027 e 2029.
- A concessionária sugeriu um aumento tarifário médio de, no mínimo, 8% para os consumidores neste ano.
- A Aneel avaliará a proposta da CPFL Paulista e os reajustes de outras distribuidoras em breve.
- O governo federal estuda um empréstimo bilionário via BNDES para distribuidoras de energia para mitigar os reajustes.
- Reajustes já aprovados para Light e Enel Rio foram de 8,6% e 15,6%, respectivamente.
A CPFL Paulista propôs adiar parte do reajuste tarifário para 2026, sugerindo um diferimento de até R$1,43 bilhão no cálculo de suas tarifas, a ser recuperado entre 2027 e 2029. A concessionária indicou um aumento tarifário médio de, no mínimo, 8% para os consumidores neste ano. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) avaliará esta e outras propostas de reajuste em sua próxima reunião de diretoria.
Simultaneamente, o governo federal busca soluções para conter os impactos dos reajustes tarifários, que devem superar a inflação em 2026. Uma das alternativas em estudo pelo Ministério de Minas e Energia é um novo empréstimo bilionário às distribuidoras de energia, a ser operacionalizado pelo BNDES. Reajustes já foram aprovados para outras concessionárias, como Light (8,6%) e Enel Rio (15,6%).
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