FIDCs de varejo crescem 43% e se aproximam de R$ 1 bilhão
Os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs) de varejo no Brasil registraram um crescimento de 43% no ano, impulsionados pela queda de juros e busca por maior rentabilidade.
Pontos principais
- O patrimônio total dos FIDCs de varejo atingiu R$ 2,7 bilhões, com alguns fundos individuais próximos de R$ 1 bilhão.
- A regulamentação de 2023 e a queda da taxa de juros básica impulsionaram o interesse de pessoas físicas nesses fundos.
- Mudanças tributárias em 2023, como a eliminação do come-cotas e alíquota fixa de 15% de IR, tornaram os FIDCs mais atrativos.
- Especialistas preveem crescimento contínuo dos FIDCs, que devem atingir R$ 1 trilhão em patrimônio total.
- Há alertas sobre os riscos de crédito e liquidez, e a ausência de cobertura do FGC para esses investimentos.
Os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs) de varejo no Brasil apresentaram um crescimento de 43% no ano, alcançando um patrimônio total de R$ 2,7 bilhões. Esse avanço é atribuído à queda da taxa de juros básica e à busca de investidores por opções de renda fixa com maior rentabilidade. Fundos como Solis Capital Antares Pioneiro e Jive BossaNova90 estão próximos da marca de R$ 1 bilhão individualmente.
As mudanças regulatórias e tributárias implementadas em 2023, que eliminaram o come-cotas e fixaram a alíquota de 15% de Imposto de Renda, tornaram os FIDCs mais competitivos em comparação com outros fundos de renda fixa. Gestoras como Solis, JiveMauá e Valora estão expandindo suas ofertas para o varejo. Especialistas preveem que o setor continuará crescendo, podendo atingir R$ 1 trilhão em patrimônio total, mas alertam para os riscos de crédito e liquidez, além da ausência de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
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