Conselho de Ética analisa representação do Novo contra Lindbergh Farias
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados avalia uma representação do Partido Novo contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) por suposta divulgação de informações falsas e acionamento indevido da PGR.
Pontos principais
- O Conselho de Ética da Câmara se reúne para analisar a representação do Novo contra Lindbergh Farias (PT-RJ).
- O Novo acusa Lindbergh de divulgar imputações falsas contra Marcel van Hattem (Novo-RS) nas redes sociais.
- A representação alega que Lindbergh acionou indevidamente a PGR com base nessas publicações.
- Lindbergh Farias defende-se, alegando que agiu no exercício regular do direito de petição e que a representação busca transformar divergência política em infração disciplinar.
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados iniciou a análise de uma representação apresentada pelo Partido Novo contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). A acusação central é de que Farias teria divulgado informações falsas contra o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) em suas redes sociais e, posteriormente, acionado indevidamente a Procuradoria-Geral da República (PGR) com base nessas publicações. O Novo argumenta que a conduta de Lindbergh afronta a imunidade parlamentar e configura uso indevido de instrumentos institucionais, podendo levar à abertura de uma investigação por quebra de decoro parlamentar.
Em sua defesa, Lindbergh Farias sustenta que suas ações se enquadram no exercício regular do direito de petição e que a representação do Novo busca politizar uma divergência. Ele argumenta que o acionamento da PGR visava a defesa das instituições democráticas e que a imunidade parlamentar, embora importante, não é absoluta. A análise do parecer é a etapa inicial do processo, que determinará os próximos passos no Conselho de Ética.
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