O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em um discurso em um fórum de investimentos em Miami que "Cuba é a próxima", sugerindo uma possível ação militar contra a ilha. A fala ocorreu enquanto Trump elogiava campanhas militares americanas na Venezuela e no Irã, embora não tenha detalhado os planos para Cuba. Trump frequentemente sugere que o governo de Havana está à beira do colapso econômico, e mencionou a possibilidade de uma "tomada de controle amigável" ou não tão amigável em Cuba.
Esta declaração surge em um momento de tensões, com a economia cubana enfrentando uma grave crise, exacerbada pela interrupção do fornecimento de petróleo da Venezuela, agora sob um novo governo pressionado por Washington. Cuba sofre um forte embargo dos EUA, que impede o fornecimento de petróleo pela Venezuela, causando uma severa crise energética e apagões generalizados. Apesar da retórica, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, confirmou que negociações estão em andamento com os EUA para evitar um confronto militar. A administração Trump já havia iniciado conversas com líderes cubanos nas últimas semanas.
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