Stuhlberger vê pessimismo fiscal para próximo governo brasileiro
Luis Stuhlberger, gestor do Fundo Verde, expressa ceticismo sobre a capacidade do próximo presidente do Brasil de realizar um ajuste fiscal significativo, independentemente do eleito.
Pontos principais
- Luis Stuhlberger não está otimista com o próximo governo brasileiro em relação ao corte do déficit fiscal.
- Ele aponta que o mercado pode ter euforia inicial com Flávio Bolsonaro, mas as dificuldades de ajuste fiscal persistirão.
- Stuhlberger sugere que um eventual Lula 4 não seria pior que o Lula 3, podendo ser até ligeiramente melhor.
- O gestor afirma que o Brasil gasta R$ 500 bilhões acima do teto de gastos em 2026, exigindo um ajuste fiscal inviável de 3,5% a 4% do PIB.
- A dívida pública brasileira em 2025 beirou 80% do PIB, e a previsão de déficit primário para 2026 foi reajustada para R$ 59,8 bilhões.
Luis Stuhlberger, gestor do Fundo Verde, manifestou pessimismo em relação à capacidade do próximo governo brasileiro de promover um ajuste fiscal robusto, independentemente de quem seja eleito em 2026. Segundo Stuhlberger, o mercado pode experimentar uma euforia inicial com a eleição de Flávio Bolsonaro, mas as dificuldades inerentes ao ajuste fiscal deverão persistir. Ele também indicou que um eventual governo Lula 4 não seria necessariamente pior que o Lula 3, podendo até apresentar uma leve melhora.
O gestor ressaltou a magnitude do desafio fiscal, apontando que o Brasil projeta um gasto de R$ 500 bilhões acima do teto de gastos em 2026. Para Stuhlberger, isso demandaria um ajuste fiscal inviável de 3,5% a 4% do PIB. A dívida pública brasileira atingiu quase 80% do PIB em 2025, e a previsão de déficit primário para 2026 foi revisada para R$ 59,8 bilhões, evidenciando a complexidade do cenário econômico.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
