Americanas pede fim da recuperação judicial e ações sobem 12%
A Americanas solicitou o encerramento de sua recuperação judicial e divulgou resultados com prejuízo reduzido, impulsionando suas ações e gerando otimismo cauteloso no mercado.
Pontos principais
- As ações da Americanas (AMER3) subiram mais de 12% após o pedido de encerramento da recuperação judicial.
- A varejista registrou prejuízo de R$ 44 milhões no 4T25, uma redução significativa em comparação com o ano anterior.
- O EBITDA ajustado da Americanas atingiu R$ 276 milhões no 4T25, indicando melhora operacional.
- A venda da Uni.Co por R$ 152,9 milhões reforça o caixa e o plano de desalavancagem da empresa.
- Analistas veem o fim da RJ como um marco importante, mas alertam que desafios estruturais persistem.
A Americanas (AMER3) registrou uma alta superior a 12% em suas ações após o pedido de encerramento de sua recuperação judicial e a divulgação de resultados financeiros do quarto trimestre de 2025, que mostraram uma redução no prejuízo. A varejista reportou um prejuízo de R$ 44 milhões no 4T25, uma melhora considerável em relação aos R$ 586 milhões do ano anterior, e um EBITDA ajustado de R$ 276 milhões.
O mercado reagiu com otimismo cauteloso, interpretando o fim da recuperação judicial como um avanço significativo no processo de reestruturação da empresa. A venda da Uni.Co (Puket e Imaginarium) por R$ 152,9 milhões também contribuiu para a percepção de que a Americanas está executando seu plano de desalavancagem. Contudo, analistas ressaltam que, embora o risco jurídico e financeiro tenha diminuído, a sustentabilidade e a capacidade de geração de caixa a longo prazo ainda são desafios a serem comprovados.
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