Americanas reduz prejuízo para R$ 329 milhões no primeiro trimestre
A varejista reportou queda no prejuízo líquido no 1T26, impulsionada pelo crescimento de 20,2% na receita e pela reversão do Ebitda para um resultado positivo de R$ 15 milhões.
Pontos principais
- O prejuízo líquido da Americanas caiu para R$ 329 milhões no primeiro trimestre de 2026, ante R$ 496 milhões no mesmo período de 2025.
- A receita líquida cresceu 20,2%, atingindo R$ 3,1 bilhões no período.
- O Ebitda ajustado reverteu para um resultado positivo de R$ 15 milhões, ante saldo negativo no ano anterior.
- A empresa reportou R$ 28 milhões em despesas operacionais ligadas às investigações de fraudes contábeis.
- O desempenho foi impulsionado pelo efeito calendário da Páscoa, com alta de 7,8% nas vendas em mesmas lojas.
- A companhia vendeu 10 lojas da rede Hortifruti Natural da Terra para o Oba Hortifruti por R$ 69,3 milhões.
- A administração mantém a expectativa de encerrar o processo de recuperação judicial no terceiro trimestre de 2026.
A Americanas apresentou uma melhora em seus indicadores financeiros no primeiro trimestre de 2026, reduzindo seu prejuízo líquido para R$ 329 milhões, conforme dados oficiais divulgados pela companhia. O desempenho operacional foi impulsionado por um crescimento de 20,2% na receita líquida, que somou R$ 3,1 bilhões, além de um avanço nas vendas beneficiado pelo efeito calendário da Páscoa. Pela primeira vez no período, o Ebitda ajustado reverteu para um saldo positivo de R$ 15 milhões, sinalizando uma estabilização nas operações da varejista, mesmo com o registro de R$ 28 milhões em despesas relacionadas às investigações de fraudes contábeis iniciadas em 2023.
A estratégia de gestão de ativos, que incluiu a venda de 10 unidades da rede Hortifruti Natural da Terra para o Oba Hortifruti por R$ 69,3 milhões, foi fundamental para reforçar o caixa da companhia durante este período de transição. Com o avanço na reestruturação e a continuidade da otimização de seu portfólio, a administração da varejista reafirmou a projeção de encerrar o processo de recuperação judicial no terceiro trimestre de 2026, consolidando os esforços de recuperação financeira da empresa.
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