Snapchat é investigado pela UE por falhas na proteção de menores
A União Europeia iniciou uma investigação contra o Snapchat por supostamente não prevenir o aliciamento de menores e a venda de produtos ilegais na plataforma, conforme a Lei de Serviços Digitais.
Pontos principais
- A União Europeia investiga o Snapchat por falhas em combater o aliciamento de crianças e a venda de produtos ilegais.
- A investigação é baseada na Lei de Serviços Digitais (DSA), que impõe obrigações a grandes plataformas digitais.
- A chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, expressou preocupações com o contato de menores com criminosos e configurações de conta inseguras.
- A Comissão Europeia suspeita que a plataforma não possui mecanismos suficientes para evitar abordagens mal-intencionadas e falhas na moderação de conteúdos ilegais.
- Reguladores da Holanda também iniciaram uma investigação sobre a venda de cigarros eletrônicos para menores na plataforma.
O Snapchat está sob investigação da União Europeia por supostas falhas em proteger menores e prevenir a venda de produtos ilegais em sua plataforma. A investigação, iniciada pela Comissão Europeia, baseia-se na Lei de Serviços Digitais (DSA), que estabelece obrigações rigorosas para grandes plataformas digitais. As preocupações incluem a falta de mecanismos eficazes para evitar o aliciamento de crianças, configurações de conta inseguras e falhas na moderação de conteúdo ilegal.
A chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, destacou a importância de proteger os jovens de criminosos e abordagens mal-intencionadas. Além disso, reguladores holandeses já haviam iniciado uma investigação sobre a venda de cigarros eletrônicos para menores no Snapchat, adicionando outra camada às preocupações sobre a segurança da plataforma para usuários mais jovens. A investigação abrangerá o sistema de verificação de idade, configurações padrão e o design geral da plataforma.
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