Goldman Sachs: as ações do Brasil que podem liderar retomada de fluxo para emergentes
O Goldman Sachs destaca a resiliência do Brasil no fluxo de capitais para mercados emergentes e aponta ações cíclicas e defensivas com potencial de liderar a retomada do apetite por investimentos no país, impulsionadas por fatores como exposição ao petróleo, valuations atrativos e cortes de juros.
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26/03 às 12:29
Pontos principais
- Mercados emergentes registraram saídas de US$ 44 bilhões após conflito no Irã, enquanto o Brasil teve entrada de US$ 900 milhões.
- Goldman Sachs vê o Brasil bem posicionado devido à exposição positiva ao petróleo, valuations atrativos e continuidade do ciclo de cortes de juros.
- A equipe liderada por Bruno Amorim identifica ações cíclicas e defensivas que devem se beneficiar da retomada do apetite por emergentes e juros mais baixos.
- Ações cíclicas favoritas incluem B3, BTG Pactual, C&A, Cyrela, Lojas Renner, Nubank, SmartFit, GPS e Vibra.
- Ações defensivas apontadas são Copel, Equatorial, Multiplan, Sabesp e Rede D'Or.
- O banco projeta crescimento do PIB brasileiro em linha com a média da última década e cortes adicionais de 200 pontos-base na Selic em 2026.
- Riscos incluem desaceleração econômica global, reversão do fluxo estrangeiro e incertezas regulatórias.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Bruno Amorim (líder da equipe do Goldman Sachs)
Organizações
Goldman SachsJPMorganB3BTG PactualC&ACyrelaLojas RennerNubankSmartFitGPSVibraCopelEquatorialMultiplanSabespRede D'OrBBI
Lugares
BrasilAmérica LatinaIrã
