Há uma divergência entre investidores estrangeiros e locais na B3, com os primeiros comprando ações devido à visão da América Latina como refúgio e o Brasil como beneficiário do choque do petróleo, enquanto os locais vendem por preocupações com inflação e juros.
Uma notável divergência de estratégias de investimento está ocorrendo na B3, com investidores estrangeiros aumentando suas posições em ações brasileiras, enquanto investidores locais optam pela venda. A análise do Bradesco BBI indica que os estrangeiros veem a América Latina, especialmente Brasil e Chile, como um refúgio em meio à volatilidade global, com o Brasil sendo beneficiado pelo choque do petróleo e apresentando um ciclo de juros mais favorável em comparação com os EUA e a Europa. O banco mantém uma recomendação overweight para Brasil e Chile, citando o fluxo estrangeiro resiliente, a sensibilidade positiva ao petróleo e a melhora da percepção política.
Por outro lado, investidores locais estão desinvestindo devido a preocupações com a inflação, a expectativa de um ciclo de cortes de juros mais curto e a elevação das taxas de juros no exterior. Apesar dessas preocupações domésticas, o Brasil permanece um consenso entre investidores estrangeiros que buscam exposição na região, com foco em setores defensivos como o financeiro. O Chile é apontado como o mercado com a melhor relação risco-retorno na América Latina, devido ao seu valuation e câmbio atrativos.
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