Flávio Cagno, gestor da Kinea, detalha as diferenças entre o risco de crédito corporativo e o risco estruturado via Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) em Fundos Imobiliários de papel, destacando a maior proteção dos CRIs.
A recuperação extrajudicial do GPA gerou questionamentos sobre o risco de crédito em Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), especialmente aqueles de papel com exposição ao setor de varejo. Em resposta a essas preocupações, Flávio Cagno, gestor da Kinea, esclareceu as distinções entre o risco de crédito corporativo e o risco estruturado por meio de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
Cagno destacou que, mesmo com o mesmo devedor, os CRIs oferecem maior proteção ao investidor devido à sua estrutura. Nesses instrumentos, o pagamento de aluguéis é tratado como despesa operacional, priorizando o fluxo de caixa. Além disso, a presença de garantias reais, como o próprio imóvel, e o interesse do proprietário em manter o ativo gerando renda, contribuem para a resiliência do crédito imobiliário via CRI, tornando-o mais defensivo em comparação ao crédito corporativo tradicional.
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