As empresas Aena, Zurich Airport e o consórcio RIOGaleão apresentaram propostas para o leilão de repactuação do Aeroporto do Galeão, que ocorrerá em 30 de maio na B3.
As empresas Aena, Zurich Airport e o consórcio RIOGaleão, liderado pela Vinci Compass, apresentaram suas propostas para o leilão de repactuação do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro. O leilão está marcado para 30 de maio na B3, em São Paulo, e o governo espera arrecadar R$ 1,5 bilhão, com uma outorga mínima estabelecida em R$ 932 milhões.
O vencedor da disputa assumirá o controle da operação do Galeão até 2039, o que implicará na eliminação da participação de 49% da Infraero. A Aena já administra o aeroporto de Congonhas, enquanto a Zurich Airport opera terminais como os de Florianópolis e Vitória. No consórcio RIOGaleão, a Vinci Compass aumentará sua fatia para 85% caso vença, com a Changi mantendo 15%. A necessidade de repactuação surge após a concessão de 2013, que enfrentou projeções frustradas e crises econômicas, levando a novas condições que incluem outorga anual variável e desobrigação de investimentos pesados.
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