Exames de câncer de intestino triplicam no SUS em uma década
O número de exames para detecção precoce de câncer de intestino no SUS triplicou na última década, impulsionado por campanhas e conscientização pública.
Pontos principais
- Exames de detecção precoce de câncer de intestino no SUS triplicaram na última década.
- A pesquisa de sangue oculto nas fezes cresceu 190% e as colonoscopias 145% entre 2016 e 2025.
- Campanhas como o Março Azul e a mobilização de entidades médicas são fatores chave para o aumento da procura.
- Casos de figuras públicas como Preta Gil e Roberto Dinamite contribuíram para a conscientização.
- O Inca projeta aumento das mortes prematuras por câncer de intestino até 2030.
O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou um aumento de três vezes no número de exames para detecção precoce do câncer de intestino na última década. Entre 2016 e 2025, a pesquisa de sangue oculto nas fezes cresceu 190%, enquanto as colonoscopias aumentaram 145%. Esse crescimento é atribuído a campanhas de conscientização, como o Março Azul, e à mobilização de entidades médicas, além da visibilidade gerada por casos de figuras públicas.
Estados como São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina apresentaram os maiores volumes de exames, enquanto Amapá, Acre e Roraima registraram os menores. Apesar do avanço na detecção, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) projeta um aumento das mortes prematuras por câncer de intestino até 2030, devido ao envelhecimento populacional, incidência em jovens, diagnóstico tardio e baixa cobertura de rastreamento.
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