O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou um aumento de três vezes no número de exames para detecção precoce do câncer de intestino na última década. Entre 2016 e 2025, a pesquisa de sangue oculto nas fezes cresceu 190%, enquanto as colonoscopias aumentaram 145%. Esse crescimento é atribuído a campanhas de conscientização, como o Março Azul, e à mobilização de entidades médicas, além da visibilidade gerada por casos de figuras públicas.
Estados como São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina apresentaram os maiores volumes de exames, enquanto Amapá, Acre e Roraima registraram os menores. Apesar do avanço na detecção, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) projeta um aumento das mortes prematuras por câncer de intestino até 2030, devido ao envelhecimento populacional, incidência em jovens, diagnóstico tardio e baixa cobertura de rastreamento.
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