Empresas são aconselhadas a reconhecer a persistência das tarifas globais e a desenvolver estratégias robustas para suas cadeias de suprimentos. Em vez de esperar por mudanças, líderes empresariais devem focar na adaptação, construindo organizações capazes de absorver impactos e se ajustar a um cenário de comércio internacional em constante mudança. A fabricante australiana de eletrodomésticos Breville é destacada como um exemplo de sucesso, tendo realocado agressivamente sua produção para fora da China.
Para navegar neste ambiente, são sugeridas dez regras práticas, incluindo a preservação das capacidades dos fornecedores, a construção de capacidade de produção local e a ampla diversificação das cadeias de suprimentos. Outras recomendações enfatizam a importância da velocidade como um ativo estratégico, o reconhecimento da integração global e a manutenção do foco no custo total e no controle da lista de materiais. A inteligência artificial pode ser uma ferramenta de apoio, mas não substitui a execução operacional disciplinada e a atenção aos fundamentos de design e manufatura. É fundamental também manter opções e relacionamentos na China, mesmo ao diversificar, e permitir que a concorrência entre fornecedores beneficie a empresa.
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