Paolo Zampolli, amigo do presidente Donald Trump, é acusado pelo New York Times de ter usado sua influência para que o Immigration and Customs Enforcement (ICE) deportasse sua ex-namorada brasileira, Amanda Ungaro. A alegação surge após a prisão de Ungaro em Miami por fraude, em meio a uma disputa pela custódia do filho do casal. Segundo a reportagem, Zampolli teria contatado um funcionário do ICE, que por sua vez acionou o escritório de Miami, mencionando um suposto interesse da Casa Branca no caso, o que teria levado à custódia e posterior deportação de Ungaro.
Amanda Ungaro, que atualmente reside no Brasil, expressou a crença de que a influência de Zampolli foi determinante para sua deportação. Contudo, o Departamento de Segurança Interna negou qualquer motivação política, afirmando que a deportação de Ungaro se deu por visto vencido e acusação de fraude. Zampolli, por sua vez, negou ter solicitado a deportação, alegando ter apenas buscado informações sobre o caso.
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